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fonte: www.apca.org.br
• 22 de fevereiro de 2006
Marília Gabriela e Luis Melo comandam a festa da APCA
Os dois apresentam a cerimônia de entrega de prêmios aos melhores das artes em 2005, na noite de 4 de abril
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| Marília Gabriela |
DICA MUITO INTERESSANTE!!!
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Um libelo pela despocotização do país
semando dicas sobre cultura e comportamento, fora da mídia convencional e emburrecida da vereda tropical.
PRIMEIRO RESULTADO...
Dia 30/03/2006 (ontem!!!) foi minha primeira aula de maquiagem (efetivamente). E coloco abaixo algumas fotos da minha primeira criação. O tema da maquiagem foi figuras abstratas. Semana que vem é sobre commédia dell´arte.




Fui assistir neste domingo (26/03/2006) a encenação MULHER DO TRÊM (escrita por Maurice Hennequin e George Mitchell). Como esperado uma comédia deliciosa. O ritmo dinâmico proposto pelo piano nos mostra um teatro ágil sem psicologismo. A todo momento nós (público) somos surpreendidos por situações engrassadíssimas. O elenco é de primeira linha com profissionais que desempenham seus TIPOS de forma elouquente. Foi muito prazeroso ver no palco dois mestres que vou carregar sempre em meu currículum, sito: Maristela Tobar e Fernando Neves. Parabéns "Aos Fofos Encenam" que proporcionou a mim momentos de prazer e aprendizado. Segue abaixo uma foto da cena final do espetáculo que cliquei sem a autorização da direção. Eu sei que não esta prática não foi das mais corretas, mas confesso: não resisti.
Serviço:
Teatro Augusta - Rua Augusta n° 943 - Cerqueira César - SP
Tel.: 3151-4141
Neste sábado (25/03/06) fui comprar meu estojo de maquiagem... nem acredito. Demorou mas aconteceu. Gastei muito mais que que estava prevendo antes de sair de casa, mas... Acredito que a compra da maquiagem foi estratégica, pois a partir do próximo semestre já estarei formado e como diz a lei: ator profissional. Onde já se viu ator profissional não ter um estojo de maquiagem... não precisa nem de um estojo, mas panqueique, lápis, sombra, pó compacto e demaquilante é o mínimo. Enfim. Para quem ainda está desconfiando desta minha ladainha, veja as fotos que já fiz do KIT DE MAQUIAGEM do ator Alexandre Pasqüelli.


Fonte: http://www.estado.com.br/editorias/2006/03/24/cad70604.xml
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| Uma viagem vertiginosa pelo Tietê
O rio e sua poluição compõem o cenário de BR3, nova experiência sensorial do grupo comandado por Antonio Araújo Ubiratan Brasil Jesus é mais alvo do que a neve - a frase, iluminada por um pecaminoso néon, está acima da porta por onde entra o público. Mas, atenção: não se trata de uma igreja ou um centro religioso, como sugerem aquelas palavras, e sim o interior do Almirante do Lago, uma embarcação onde todos deverão permanecer pelas próximas 2h15. Com a entrada no barco, os espectadores já desfrutam a completa experiência sensorial proposta pela peça BR-3, novo espetáculo do grupo Teatro da Vertigem, que estréia hoje.
Completa porque todos os sentidos são exigidos. Primeiro o olfato e, prepare-se, não se trata de uma experiência inicialmente agradável. É que BR-3 é encenada ao longo de 4,2 km do Rio Tietê, percorridos tanto pelo público como pelo elenco de 13 atores em diversas embarcações. Nenhuma novidade por se tratar do Teatro da Vertigem, grupo acostumado a subverter a dramaturgia tradicional - já montou espetáculos em uma igreja (Paraíso Perdido), um hospital abandonado (O Livro de Jó) e um presídio desativado (Apocalipse 1,11). Assim, o primeiro impacto vem com o desagradável cheiro do Tietê. Bastam alguns minutos, porém, para o nariz se acostumar.
Em seguida, com o início da encenação, ganham a visão e a audição, utilizados para acompanhar a dramaturgia de Bernardo Carvalho que, ao estrear no teatro, apresenta uma saga brasileira percorrendo três gerações da família de Jovelina (Marília de Santis). Nos anos 1960, ela deixa o Nordeste em busca do marido, morto durante a construção de Brasília. Segue então para São Paulo, na Vila Brasilândia, onde se torna chefe do tráfico. A trajetória dela e dos filhos Jonas (Roberto Áudio) e Helienay (Daniela Carmona) alcança os anos 90, quando uma trágica definição acontece em Brasiléia, cidade no Acre, fronteiriça com a Bolívia.
Acompanhar essa trajetória possibilita o tato a entrar em ação, quando a embarcação percorre o leito do rio e o vento atinge o rosto dos espectadores. Ao final, em uma confraternização ao mesmo tempo irônica e amarga, público e atores participam de um churrasco no teto do Almirante do Lago, quando o paladar de alguns sortudos é saciado com um espeto de carne.
BR-3 nasceu da necessidade de o grupo descobrir e expor as entranhas do Brasil. Durante três anos, eles pesquisaram as áreas tratadas na história. "Não pretendíamos basear nosso trabalho na religiosidade, como nos anteriores", conta Araújo. "Mas foi impossível." Isso porque os artistas se depararam com uma fileira de igrejas e casas evangélicas no bairro paulistano da Brasilândia, com o forte misticismo de Brasília (onde participaram de cultos a Diana, além de se deslumbrarem com o Vale do Amanhecer) e, em Brasiléia, perceberam a forte influência do santo daime. "Com isso, a religião se impôs."
Como a identidade é outro tema forte, a peça faz um confronto direto com a brasilidade. Ao embarcar sob o Cebolão e navegar até o trecho sob a ponte da Rodovia dos Bandeirantes, o público se depara com assuntos correntes da travessia humana como a procura e a perplexidade. A peça é tanto encenada dentro do barco como em pontos escolhidos nas margens do Tietê e ainda dentro das voadeiras, espécie de canoa com motor. Araújo busca reencarnar o rio na paisagem urbana. "As Marginais chamam mais atenção do que o Tietê. Queremos que ele deixe de ser apenas virtual na imaginação das pessoas."
A ousadia só foi possível com o apoio da Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo e patrocínios (Petrobrás, Transrio Barcos e Departamento de Águas e Energia), que ajudaram no orçamento de R$ 900 mil. Para assistir, o espectador tem de chegar, com uma hora de antecedência, ao estacionamento do Memorial da América Latina (Portão 8, Rua Auro Soares de Moura Andrade). Dois ônibus transportam o público até o Cebolão . Em caso de mal-estar, a produção garante a remoção da pessoa do barco.
(SERVIÇO)
BR-3. 12 anos. 140 min. 60 lugares. 5.ª e 6.ª, 21 h; sáb. e dom., 20 h. R$ 40. Ingressos, só dinheiro ou cartão de débito, nas Lojas da Fnac Pinheiros e Paulista. Pç. dos Omaguás, 34 e Av. Paulista, 901. Inf. 3115-0345. De 3.ª a dom., das 10 h às 20 h. Até 28/5. Estréia: 24/03/2006. |
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Reflexões sobre o livro:
MELODRAMA: O gênero e sua permanência
de Ivete Huppes
É curioso e revelador constatar que o gênero melodramático continua presente no cotidiano de milhares de brasileiros. Seja no telejornal, na telenovela, programas de humor, publicidade, cinema etc. O título desta publicação é muito feliz, já que nos estimula a buscar essa revelação, tão pungente, da permanência deste gênero teatral.
Leitura indispensável a todos que encaram a arte como fruto da diversidade cultural. Ainda mais num pais que precisa urgentemente resgatar sua cultura popular e reafirmar sua identidade.
Já está sendo extremamente prazeroso esta investigação teatral que tem como maior foco a satisfação da platéia, pois é ela que sabe de tudo, presencia tudo.
Os personagens deste gênero não possuem dimensão psicológica. O que o teatro realista chama de subtexto, aqui se torna ação.
As aulas ministradas pelo nosso querido professor Fernando Neves nos revela o seu microcosmo e de seus familiares, mas que trazem em seu bojo toda uma geração de artistas que devem ser revisitados.
Estou muito feliz em concluir o curso de Graduação
Alexandre Pasqüelli
INDICAÇÃO DE LEITURA

DISPONÍVEL NA BIBLIOTECA DA
FACULDADE PAULISTA DE ARTES
PLANEJAMENTO DA DESCIPLINA:
PRODUÇÃO E MARKETING DE ESPETÁCULO
PROFESSORA: SANDRA SOARES
Mês: Março
dia 03
Funções e ações administrativas e de Marketing no teatro.
Propaganda e Publicidade positiva e negativa.
dia 10
Análise e funções administrativas do espaço teatral e dos espetáculos
dia 17
Os projetos do Ministério da Cultura e da Funarte
dia 24
Produção e Projetos - Secretaria de Estado da Cultura
dia 31
As Atividades do Sated, Apetesp, Cooperativa Paulista de Teatro e Sbat.
Mês: Abril
dia 07
Organização, Administração e Produção no Arena São Paulo
dia 14
Não haverá aula - Feriado - Semana Santa
dia 21
Não haverá aula - Feriado - Tiradentes
dia 28
Organização, Administração e Produção no Teatro Ofinica
Mês: Maio
dia 5
O TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) ontem e hoje. Estrutura e funcionamento.
dia 12
O Teatro Municipal e Distritais (Estrutura Administrativa)
dia 19
Estrutura dos Teatros Estaduais: Sérgio Cardoso, São Pedro e Júlio Prestes.
dia 26
Funcionamento de Teatro Alternativo: Teatro da Vetigem, Teatro Empresarial (Sesc, Sei e Abril)
Mês: Junho
dia 02
Aplicação de uma segunda prova com a qual os alunos obterão a N2.
dia 09
Análise de capacitação para os alunos que não obtiveram a média =ou> que 7,00
dia 16
Não haverá aula - Feriado.
dia 23
Comentários sobre as provas.
dia 30
Encerramento das atividades.
VENDA DE LIVRO

Ex-aluna de Artes Cênicas da FPA, vende o livro do mestre Stanislavski, pois ela não quer mais ser atriz... (brincadeira)... Está vendendo, pois ganhou outro exemplar e está procurando um novo dono para o exemplar anterior. O livro, apesar de ser usado, está em ótimo estado de conservação.
Segue os dados:
Livro: A Criação de um Papel
Autor: C. Stanislavski
Preço: R$30,00
Contato: Simone Domenech
E-mail: simonedomenech@hotmail.com